>MAQUIAVEL BAIXA NA SUCESSÃO DE SALVADOR

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A velha fórmula de Maquiavel para o príncipe não ter maiores problemas com a oposição no seu governo, “dividir para governar”, foi a tônica do segundo debate dos concorrentes à prefeitura de Salvador, transmitido pela TV Bandeirantes. O candidato ACM Neto (DEM) – cujo avô tinha na obra O Príncipe, de Maquiavel, seu livro de cabeceira – provocou João Henrique do PMDB, perguntando se ele, de fato, havia considerado uma “traição”, a saída do PT de sua administração municipal “aos 45 minutos do segundo tempo”. João considerou uma traição a ele e à cidade. Por outro, recebeu de volta a pecha de “traidor” dita pelo do candidato Walter Pinheiro do PT, por supostamente não ter cumprido eventuais compromissos com os partidos da antiga coalização. João Henrique foi na mesma linha, fustigando os dois candidatos originários do carlismo a se digladiarem: quis saber se Neto confirmava os termos da propaganda política do democratas que creditava na conta de governadores do antigo PFL, Paulo Souto e César Borges, as principais obras das duas gestões de Imbassahy na prefeitura de Salvador. Neto confirmou e ampliou as críticas ao candidato do PSDB. A grande dificuldade de se trocar tiros no primeiro turno é ter que retirar as ofensas e acusações no segundo turno, caso antigos agressores necessitarem do apoio dos agredidos ou vice versa.

MAQUIAVEL BAIXA NA SUCESSÃO DE SALVADOR

A velha fórmula de Maquiavel para o príncipe não ter maiores problemas com a oposição no seu governo, “dividir para governar”, foi a tônica do segundo debate dos concorrentes à prefeitura de Salvador, transmitido pela TV Bandeirantes. O candidato ACM Neto (DEM) – cujo avô tinha na obra O Príncipe, de Maquiavel, seu livro de cabeceira – provocou João Henrique do PMDB, perguntando se ele, de fato, havia considerado uma “traição”, a saída do PT de sua administração municipal “aos 45 minutos do segundo tempo”. João considerou uma traição a ele e à cidade. Por outro, recebeu de volta a pecha de “traidor” dita pelo do candidato Walter Pinheiro do PT, por supostamente não ter cumprido eventuais compromissos com os partidos da antiga coalização. João Henrique foi na mesma linha, fustigando os dois candidatos originários do carlismo a se digladiarem: quis saber se Neto confirmava os termos da propaganda política do democratas que creditava na conta de governadores do antigo PFL, Paulo Souto e César Borges, as principais obras das duas gestões de Imbassahy na prefeitura de Salvador. Neto confirmou e ampliou as críticas ao candidato do PSDB. A grande dificuldade de se trocar tiros no primeiro turno é ter que retirar as ofensas e acusações no segundo turno, caso antigos agressores necessitarem do apoio dos agredidos ou vice versa.